Como concretizar a promessa da indústria 4.0

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A Ábaco consultores deu o seu parecer sobre como concretizar a promessa da indústria 4.0 ao Jornal Económico. Fique a conhecer a opinião de Nuno Figueiredo, Board Member da Ábaco Consultores

 

Publicado, inicialmente, em Jornal Económico, Mais TIC – 17 Agosto 2018; Pág. 7

 

PORTUGAL ESTÁ A APROVEITAR AS OPORTUNIDADES CRIADAS PELA CHAMADA INDÚSTRIA 4.0?

Portugal tem boas infraestruturas e muitas empresas estão já disponíveis para abraçar as oportunidades e introduzir inovação nos seus produtos ou processos. Por outro lado, temos mecanismos de apoio à inovação essenciais para ultrapassar os desafios que se apresentam com a capacitação que os concorrentes estrangeiros estão a fazer nesta área, criando, assim, sérias ameaças à capacidade competitiva das empresas portuguesas. Apesar desta realidade, existe ainda um elevado número de empresas que apesar de perceberem as mais valias da transformação digital, ainda não conseguiram fazê-lo de forma contínua adotando estratégias de inovação integradas, aliando aquisições, parcerias, investimento e desenvolvimento interno. É ainda necessária uma maior perceção de que o trabalho em rede entre empresas, parceiros tecnológicos, universidades e as associações empresariais é fundamental para a criação de valor para todos, acelerando também o ritmo da adoção dos conceitos e tecnologias da Indústria 4.0. Infelizmente, o número de empresas tecnológicas no mercado nacional que consegue de fato apoiar os seus clientes em todos este processo e jornada de transformação digital é ainda bastante reduzido.

O ECOSSISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO CRIADO NESTE CONTEXTO FAVORÁVEL ESTÁ A TRADUZIR-SE EM PROJETOS REAIS COM IMPACTO NA DIGITALIZAÇÃO DA ECONOMIA?

Consideramos que o setor tecnológico está em forte crescimento, até pelo investimento que tem sido feito nesta área. Existem, cada vez mais, empresas neste setor que têm vindo a apostar em criar uma relação mais próxima com as universidades. Atualmente existem centenas de empresas criadas em incubadoras, que contribuem já para o PIB em dezenas de milhões de euros e que contribuíram para a criação de milhares de empregos altamente qualificados nos últimos anos. Neste sentido, o facto de apresentarem qualidade na sua oferta e rapidez de atuação tem permitido a muitas posicionarem-se também além-fronteiras. E uma clara realidade é que as empresas portuguesas que atuam na área da tecnologia, cada vez, mais têm uma maior reputação no estrangeiro.

QUAIS OS SETORES OU PERFIS DE ORGANIZAÇÕES QUE ESTÃO A TIRAR MAIS PARTIDO DESTE ENQUADRAMENTO?

O desafio da digitalização é transversal a todos os setores, no entanto, são os centros de investigação das universidades que têm potenciado este crescimento. E não só. Toda a tecnologia que foi já incorporada por grande parte das indústrias tradicionais, como por exemplo, a Norte, como o têxtil e o calçado, tem permitido que os produtos portugueses tenham projeção mundial.

 

Veja o conteúdo completo aqui.

 

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