Web Summit: A inovação nasce nas startups

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Longe das conferências do palco central, as startups exibem-se perante o olhar atento de visitantes e investidores. As empresas procuram reconhecimento através das ideias mais inovadoras e “fora da caixa”.

Por JNP, Rui Costa e Pedro Valente Lima 12:39 – 9 Novembro, 2018

(…)

“No dia a dia, nos locais de trabalho, seja num sítio perigoso ou num sítio normal, temos perigos escondidos e aquilo que a nossa solução faz é ajudar as empresas a gerir todos esses perigos”. Assim introduz Fernando Cavaleiro a InCloud for Safemed. A empresa sediada no Porto apresenta um produto capaz de diagnosticar as ameaças de saúde aos trabalhadores das empresas.

Através de uma série de sensores, como detetores de gases perigosos, sonómetros, sensores de humidade, sensores de proximidade, são recolhidos dados relativamente às condições de trabalho a que uma pessoa poderá estar exposta. De acordo com a informação recolhida, será feita uma comparação com os valores de referência e, em caso último de anomalia, trabalhadores e empresa serão notificados desses mesmos perigos.

O produto é aplicado não só na empresa, como de maneira individual. Fernando Cavaleiro exemplifica um caso de problemas de audição: “[o sistema] deteta que essa pessoa está exposta a um determinado valor, através do audiómetro que nós temos, e compara isso com um valor limite de exposição definido para aquela pessoa”. Como a pessoa terá uma “tendência a ser menos tolerante”, o sistema vai “lançar um alerta para aquela pessoa, dizendo que está em risco”.

Além disso, o produto poderá pressupor que o trabalhador esteja munido de um smartwatch, “que lhe vai permitir dizer em direto se efetivamente esse perigo é real ou não”. O utilizador poderá responder que “efetivamente está em perigo” e o sistema, consoante essa resposta, tem a “capacidade de determinar que trabalhadores estão nas suas proximidades para que o possam socorrer”.

O objetivo dos dados recolhidos, segundo o product manager, é o bem-estar dos trabalhadores. “Tudo aquilo que nós fazemos aqui é na ótica da prevenção do desastre e do acidente”, enfatizou o engenheiro informático. O produto dará aos trabalhadores “uma noção de que estão a trabalhar num sítio mais seguro”, assim como toda a informação recolhida das atividades monitorizadas é privada e anónima.

Fernando Cavaleiro afirma que o próximo passo é “dar o salto”. A presença no mercado nacional “já é forte, o produto está bastante maduro” e a meta principal passa pelo “procurar parceiros, procurar investidores” que permitam “captar mercados”.

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